sábado, 19 de dezembro de 2009

Brasileiro 2009 uma farsa!

Com toda razão perdemos o campeonato para nós mesmo.

Na hora que era para ser valente, fomos covardes.
Na hora que era para ser malandros, fomos inocentes.

Por que eu digo mesmo assim que o brasileiro 2009 foi uma podridão.

Segue na íntegra o texto do Quartarollo:

Que pena, Jobson. Maldita carreira.



Apenas 21 anos de idade. Atacante veloz, capaz de dribles rápidos, fazedor de gols e totalmente perdido no glamouroso Mundo do futebol.

Deslumbrado com as “belezas” da bela Cidade do Rio de Janeiro, Jobson é mais um que sucumbe. Com um dinheirinho a mais no bolso lá se foi em busca de emoção, dos prazeres da vida.

Se perdeu cedo demais. Foi pego no exame anti-doping por uso de cocaína e caiu em novo exame contra o Palmeiras na última rodada do Brasileiro.

Anteriormente foi pego no dia 8 de novembro no jogo do Botafogo contra o Coritiba, no Engenhão.

A cocaína é uma droga destruídora. Destrói pessoas, destrói famílias inteiras, destrói a vida, destrói a conta bancária e não leva nunca ao êxtase prometido. Leva ao inferno direto.

Mas ninguém usa cocaína para melhorar desempenho esportivo. Cocaína deprime, não estimula.

No entender dos combatentes da WADA, o que altera a atuação do atleta para cima ou para baixo é considerado doping. Por isso não importa se é estimulante ou não, é doping. Olhando por esse lado, eles tem toda a razão.

Jobson só fez mal a ele mesmo e jamais confessou. Embora pela terceira vez, contando a contra-prova, a cocaína tenha aparecido na sua urina.

A lei desportiva diz que o atleta deve ser punido e que o clube passa ileso na questão, a não ser que o Departamento Médico do Botafogo assuma que prescreveu a droga para o jogador ou era sabedor da situação.

Como o Departamento Médico do Botafogo já se eximiu de culpa vai sobrar para Jobson. O Brasiliense, seu time de origem, é que vai defende-lo e o Botafogo promete apenas assessora-lo.

Pobre, Jobson. A sua vida esportiva pode ser abreviada. Maldita carreira, hem Jobson?

Você trocou uma carreira pela outra e se deu mal. Fez mal a você e a aqueles que gostam de você e que esperavam tanto de você.

E no meio de tudo isso é de se perguntar porque demorou tanto para se divulgar o primeiro resultado positivo do jogo contra o Coritiba, dia 8 de novembro, permitindo que Jobson ficasse em campo até a última rodada do Brasileiro?

Ele foi decisivo contra o São Paulo e fez gol contra o Palmeiras. Já deveria estar suspenso preventivamente, mas não estava.

Repito. Não acredito que tenha usado cocaína para jogar, para melhorar a performance, mas já que a lei prevê a punição do atleta era para estar fora há mais tempo.

Contrariando o primeiro exame, o resultado do segundo contra o Palmeiras, saiu rapidinho. Mas agora o Campeonato já acabou.

Pode ter sido coincidência, mas fica o cheiro de armação no ar. Armação para não punir Jobson antes do fim do Campeonato. Para não punir diretamente o Botafogo que precisava dele.

Vale dizer também que os especialistas em doping dizem que a cocaína fica no corpo por muito tempo. Talvez o exame positivo contra o Palmeiras seja ainda da mesma cheirada que originou o caso contra o Coritiba.

É pouco tempo entre um jogo e outro. A não ser que Jobson seja viciado e não consiga evitar a cocaína. Aí já seria caso de internação pelo bem de sua saúde.

Após reunião, Grêmio e Palmeiras oficializam 'troca' de Léo por Maurício

Após uma reunião no Estádio Olímpico, representantes de Palmeiras e Grêmio oficializaram, nesta sexta-feira, um troca-troca de zagueiros: Léo vai para São Paulo, e de Maurício para Porto Alegre. O primeiro assina contrato com o Alviverde por cinco anos, e o segundo vai para Porto Alegre por empréstimo de um ano. O acordo foi oficialmente confirmado pelo clube paulista.



Como o Grêmio tinha uma dívida antiga com o Palmeiras, de R$ 8 milhões, a transferência de Léo abateu boa parte deste valor, R$ 6,5 milhões.



O R$ 1,5 milhão restante será pago pelo time gaúcho em parcelas em 2010. O acerto foi selado entre o gerente de futebol do Palmeiras, Toninho Cecílio, e o presidente do Grêmio, Duda Koeff.



Léo teve duas boas temporadas no Tricolor gaúcho em 2007 e 2008, mais caiu de rendimento em 2009. Terminou o ano na reserva. Maurício ficou sem ambiente no Palestra Itália depois de brigar com Obina no gramado do Olímpico e ser demitido publicamente logo depois.